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02/07/2012
Governo já fala em PIB de 2% e adia recuperação para 2013

O governo Dilma adiou mais uma vez a previsão de recuperação da economia brasileira e já trabalha com um crescimento neste ano de apenas 2%, menos do que a última projeção oficial do Banco Central, de 2,5%.

Na avaliação de assessores presidenciais, o tombo da indústria em maio mostra que a retomada da economia está demorando mais do que o previsto por conta de endividamento, comprometimento da renda familiar e baixa competitividade da indústria.

Segundo a Folha apurou, o governo espera agora que apenas em junho ou julho a economia comece a dar sinais mais significativos de aquecimento, o que antes era previsto pela equipe econômica para maio. Isso aponta para um crescimento de 2% nas avaliações técnicas. O mercado já trabalha com esse dado.

"Os números da indústria mostram que o crescimento está mais para 2% do que 2,5%", disse à Folha um assessor presidencial que pediu para não ser identificado, já que publicamente o governo não quer jogar a toalha.

Questionada sobre os dados ruins da produção industrial --que recuou 4,3% em maio, na comparação com 2011--, a presidente Dilma disse: "Vamos virar esse jogo". Antes, durante discurso de lançamento do Plano de Safra da Agricultura Familiar, afirmou que o governo continuará adotando uma política "extremamente agressiva" de compras governamentais para enfrentar a crise.

A ala mais otimista da equipe presidencial ainda nutre a esperança de o crescimento chegar a 2,5%.

Depois de abandonar a meta de crescimento acima de 4%, o governo chegou a acreditar que era possível crescer em 2012 na casa de 2,7%, mesma taxa do ano passado.
Assessores da presidente destacam, por outro lado, que o fraco desempenho da economia abre espaço para o Banco Central testar níveis mais baixos para a taxa de juros, hoje em 8,5%
ao ano.

Há um mês, o Planalto avaliava que o BC poderia reduzir os juros para algo entre 7,75% ou 7,5% no final de 2012. A nova aposta é que o banco poderá encerrar o ano com juros de 7% ao ano.

Na próxima semana, o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC se reúne novamente e deve reduzir os juros para 8%.

Até o final do ano ainda serão realizadas mais três reuniões e técnicos acreditam ser possível mais dois cortes de 0,5 ponto percentual, sem criar pressão inflacionária.

Agora, a ordem da presidente Dilma, segundo assessores, é salvar 2013, adotando medidas para impulsionar os investimentos diante da avaliação de que os números da indústria divulgados ontem, pior resultado desde 2009, indicam que a receita usada na última crise não surte hoje o mesmo efeito.

Ela quer destravar os investimentos públicos e impulsionar os privados para garantir crescimento de 4% no seu terceiro ano de mandato.







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